A pobreza do processo alfabetizador

   A alfabetização está passando por uma crise. Há uma pobreza imensa, cada vez mais difícil de solucionar. Mas não podemos ser os corruptos da Educação, devemos buscar os melhores meios de práticas alfabetizadoras que sejam enriquecedoras e significativas, possibilitando estratégias de educação, alfabetização, interação e respeito a cada fase do desenvolvimento.
   Em destaque, temos a abordagem sócio histórica, onde há relação mútua do ensino-aprendizado e não um foco desgastante de treinos de cópias e repetições como é sugerido na abordagem mecanicista.
   O mapa dos saberes é a base impecável para começar o processo de alfabetização do aluno, pois assim o mediador obtém ciência da bagagem de conhecimento do educando, o que pode ser atribuído a ela, pontos de dificuldades e facilidades.
   Outro aspecto importante, é a presença da leitura e escrita como um desafio diário, com leituras de diferentes gêneros textuais, produções de textos variados, como por exemplo: listas, cruzadinhas, bilhetes, etc. Assim, estarão alfabetizados, e por desenvolverem essa prática com clareza e naturalidade, estarão letrados também, pois familiarizaram-se com as características da linguagem.



PALET - Letícia Butterfield

Data: 22 de Março de 2018

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